As capacidades espaciais já disponíveis — em particular o ANGOSAT-2 e os dados geoespaciais nacionais — apenas geram valor quando efectivamente integradas nos processos sectoriais. O principal risco desta década é a incapacidade de as transformar em impacto económico, social e institucional mensurável.
Subutilização das capacidades espaciais e dificuldade em gerar impacto.
Programas de adopção sectorial e monitorização de resultados.